PSTU e Blackclocks se estranhando...
http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,pstu-foi-primeiro-partido-a-criticar-black-blocs-abertamente,1060292
1 de janeiro de 2015
9 de novembro de 2014
Para ler até o fim
Estamos acabando com o país
Gustavo Ioschep
Há algumas semanas, dei uma palestra em um evento sobre educação, organizado por uma grande empresa e sediado em uma escola. Havia muitos educadores e alunos na plateia. Compartilhei alguns dos dados preocupantes sobre o fracasso do nosso sistema educacional. Expus minha oposição ao plano — agora consagrado em lei — de investirmos 10% do PIB em educação, notando que o único país que investe nesses patamares é Cuba. (Não porque aprecie sobremodo a educação, mas porque não tem PIB: qualquer meia dúzia de vinténs já dá 10% do PIB cubano...)
Depois da minha fala, vieram as perguntas do público. Sempre que há professores na plateia, estas perguntas se repetem: não é muito simplista/reducionista/alienado falar apenas em qualidade do ensino através do domínio dos conhecimentos de linguagem, matemática e ciências medidos por meio de exames como a Prova Brasil, o Enem e o Pisa? A função da educação não vai muito além disso? Não seria formar o cidadão crítico e consciente, engajado na construção de um país mais justo? Respondi o que sempre respondo nesses casos: a educação brasileira está tão mal — incapaz até mesmo de alfabetizar seus alunos ou ensinar-lhes as operações matemáticas básicas — que podemos gerar um consenso abarcando desde os stalinistas do PSTU até o neoliberal mais empedernido. Quer você deseje gerar o próximo Che Guevara, quer um operário preparado apenas para trabalhar numa linha de montagem, ambos precisam ser alfabetizados e dominar as operações matemáticas básicas. Então vamos primeiro focar a criação de um sistema educacional que garanta a 100% de seus alunos o direito de aprender pelo menos essas competências básicas, e deixemos as discussões ideológicas para outras áreas e outros momentos. Para mim, isso tudo é de uma obviedade mais do que ululante........continua......
9 de outubro de 2014
De Porcos e de homens
“(…) Doze vozes gritavam, cheias de ódio, e eram todos iguais. Não havia dúvida, agora, quanto ao que sucedera à fisionomia dos porcos. As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já se tornara impossível distinguir, quem era homem, quem era porco.”(ORWELL, G. Revolução dos Bichos).
“TODOS SÃO IGUAIS, MAS UNS SÃO MAIS IGUAIS QUE OUTROS”
(George Orwell)
23 de agosto de 2014
1 de agosto de 2014
16 de março de 2014
13 de fevereiro de 2014
Santa Paciência
http://www.clickcarreira.com.br/ficarbem/2014/2/13/6991/as-25-perguntas-mais-bizarras-em-entrevistas-de-emprego.html
Entrevistas de emprego são sempre uma preocupação para quem está procurando uma nova oportunidade no mercado. Isso porque nunca se sabe o que o recrutador pode perguntar. Para comprovar a criatividade e a capacidade de improvisação dos entrevistadores, o Glassdoor, comunidade de empregos e carreira norte-americana, divulgou uma lista com as perguntas mais bizarras feitas em entrevistas de emprego em 2013.
Confira a lista:
1) Se você pudesse fazer um desfile no escritório, que tipo seria? (Zappos Family)
2) Você se considera sortudo? Por que e quanto? (Airbnb)
3) Se você fosse um entregador de pizzas, como você se beneficiaria de uma tesoura? (Apple)
4) Se você pudesse cantar uma música no 'American idol', qual seria? (Red Frog Events)
5) Você é mais caçador ou coletor? (Dell)
6) Se você fosse para uma ilha e pudesse levar somente três coisas, o que levaria? (Yahoo!)
7) Se você fosse uma caixa de cereais, onde estaria e por quê? (Bed Beath & Beyond)
8) Você acredita no Pé Grande? (Norwegian Cruise Line)
9) Por que a bola de tênis é felpuda? (Xerox)
10) Qual é a coisa que você menos gosta na humanidade? (ZocDoc)
11) Como você usaria o Yelp para encontrar o número de empresas nos Estados Unidos? (Factual)
12) O quanto você é honesto? (Allied Telesis)
13) Quantos metros quadrados de pizza são consumidos por ano nos Estados Unidos? (Goldman Sachs)
14) Você conseguiria instruir uma pessoa a como fazer o origami "cartomante de papel" apenas com palavras? (Living Social)
15) Se você tivesse 80 anos, o que falaria para seus filhos? (McKinsey & Company)
16) Se você fosse um lápis de cor dentro de uma caixa, que cor seria e por quê? (Urban Outfitters)
17) Como a internet funciona? (Akami)
18) Se um filme sobre sua vida fosse produzido, qual ator interpretaria você e por quê? (SinglePlatform)
19) Qual é a cor do dinheiro? (American Heart Association)
20) Qual foi o último presente que você deu para alguém? (Gallup)
21) Qual foi a coisa mais engraçada que aconteceu com você recentemente? (Applebee’s)
22) Quantas pás de neve foram vendidas nos Estados Unidos no último ano? (Taser)
23) É quinta-feira, e nós o recrutamos para um projeto de telecomunicações em Calgary, no Canadá. Seu avião e hotel já estão prontos e seu visto está pronto. Quais são as cinco coisas que você faz antes de viajar? (ToughtWorks)
24) Descreve o processo e os benefícios de usar cinto de segurança? (Active Network)
25) Você já esteve em um barco? (Applied Systems)
Entrevistas de emprego são sempre uma preocupação para quem está procurando uma nova oportunidade no mercado. Isso porque nunca se sabe o que o recrutador pode perguntar. Para comprovar a criatividade e a capacidade de improvisação dos entrevistadores, o Glassdoor, comunidade de empregos e carreira norte-americana, divulgou uma lista com as perguntas mais bizarras feitas em entrevistas de emprego em 2013.
Confira a lista:
1) Se você pudesse fazer um desfile no escritório, que tipo seria? (Zappos Family)
2) Você se considera sortudo? Por que e quanto? (Airbnb)
3) Se você fosse um entregador de pizzas, como você se beneficiaria de uma tesoura? (Apple)
4) Se você pudesse cantar uma música no 'American idol', qual seria? (Red Frog Events)
5) Você é mais caçador ou coletor? (Dell)
6) Se você fosse para uma ilha e pudesse levar somente três coisas, o que levaria? (Yahoo!)
7) Se você fosse uma caixa de cereais, onde estaria e por quê? (Bed Beath & Beyond)
8) Você acredita no Pé Grande? (Norwegian Cruise Line)
9) Por que a bola de tênis é felpuda? (Xerox)
10) Qual é a coisa que você menos gosta na humanidade? (ZocDoc)
11) Como você usaria o Yelp para encontrar o número de empresas nos Estados Unidos? (Factual)
12) O quanto você é honesto? (Allied Telesis)
13) Quantos metros quadrados de pizza são consumidos por ano nos Estados Unidos? (Goldman Sachs)
14) Você conseguiria instruir uma pessoa a como fazer o origami "cartomante de papel" apenas com palavras? (Living Social)
15) Se você tivesse 80 anos, o que falaria para seus filhos? (McKinsey & Company)
16) Se você fosse um lápis de cor dentro de uma caixa, que cor seria e por quê? (Urban Outfitters)
17) Como a internet funciona? (Akami)
18) Se um filme sobre sua vida fosse produzido, qual ator interpretaria você e por quê? (SinglePlatform)
19) Qual é a cor do dinheiro? (American Heart Association)
20) Qual foi o último presente que você deu para alguém? (Gallup)
21) Qual foi a coisa mais engraçada que aconteceu com você recentemente? (Applebee’s)
22) Quantas pás de neve foram vendidas nos Estados Unidos no último ano? (Taser)
23) É quinta-feira, e nós o recrutamos para um projeto de telecomunicações em Calgary, no Canadá. Seu avião e hotel já estão prontos e seu visto está pronto. Quais são as cinco coisas que você faz antes de viajar? (ToughtWorks)
24) Descreve o processo e os benefícios de usar cinto de segurança? (Active Network)
25) Você já esteve em um barco? (Applied Systems)
30 de janeiro de 2014
Não se engane
O conservador raciocina que a mudança é essencial para um corpo social da mesma forma que o é para o corpo humano. Um corpo que deixou de se renovar, começou a morrer. Mas se este corpo deve ser vigoroso, a mudança deve acontecer de uma forma harmoniosa, adequando-se à forma e à natureza do corpo; do contrário a mudança produz um crescimento monstruoso, um câncer que devora o seu hospedeiro. O conservador cuida para que numa sociedade nada nunca seja completamente velho e que nada nunca seja completamente novo. Esta é a forma de conservar uma nação, da mesma forma que é o meio de conservar um organismo vivo. Quanta mudança seja necessária em uma sociedade, e que tipo de mudança, depende das circunstâncias de uma época e de uma nação.
Russell Kirk em Os dez princípios conservadores
Russell Kirk em Os dez princípios conservadores
24 de janeiro de 2014
Compreensão , ternura & sensibilidade
Fale sempre com suavidade e mansidão, mas tenha sempre um porrete ao alcance da mão” (Theodore Rooselvelt, 1858-1919, estadista norte-americano).
30 de dezembro de 2013
Não estamos perdidos ainda, pelo menos não completamente
O assassinato político de Jang Song-Thaek, tio e mentor político de Kim Jong-un, Líder Máximo da Coreia do Norte, apesar de grotesco, não deixa de ser algo, digamos, “normal”, dada a característica stalinista deste regime político. Nada muito diferente do que a esquerda totalitária fez na extinta União Soviética, nos hoje amplamente conhecidos Processos de Moscou, que eliminaram a velha guarda bolchevique.
Em outro célebre episódio, Trotsky primeiro foi apagado de uma foto junto a Lênin em uma comemoração revolucionária para, depois, ser “apagado” com uma machadinha na cabeça, no México. Quem perpetrou tal assassinato foi um agente de Stálin, Ramón Mercader, que acabou placidamente os seus dias, em Cuba, com todos os privilégios da nomenclatura castrista.
Nada tampouco distinto do que Mao fez na China. Os camaradas, amigos de ontem, tornavam-se os inimigos de hoje, taxados de contrarrevolucionários a serviço do capitalismo.
No Brasil, ainda atualmente, há os que admiram Marighella e a guerrilha do Araguaia, que compartilhavam das mesmas concepções marxistas. Há, em todos esses casos, uma patológica perversão das ideias.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/o-embuste-ideologico-11167368#ixzz2p0Quh2hh
© 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
Em outro célebre episódio, Trotsky primeiro foi apagado de uma foto junto a Lênin em uma comemoração revolucionária para, depois, ser “apagado” com uma machadinha na cabeça, no México. Quem perpetrou tal assassinato foi um agente de Stálin, Ramón Mercader, que acabou placidamente os seus dias, em Cuba, com todos os privilégios da nomenclatura castrista.
Nada tampouco distinto do que Mao fez na China. Os camaradas, amigos de ontem, tornavam-se os inimigos de hoje, taxados de contrarrevolucionários a serviço do capitalismo.
No Brasil, ainda atualmente, há os que admiram Marighella e a guerrilha do Araguaia, que compartilhavam das mesmas concepções marxistas. Há, em todos esses casos, uma patológica perversão das ideias.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/o-embuste-ideologico-11167368#ixzz2p0Quh2hh
© 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
29 de dezembro de 2013
14 de dezembro de 2013
29 de novembro de 2013
Disque B........ de Burro
Sou completamente contrario a usufruir de qualquer ganho que não seja por mérito e trabalho, porém existem situações em que realmente não é possível aplicar nossa filosofia de vida, pois bem só para encurtar a estória, no começo deste ano recebi uma conta de celular que apesar do valor irrisório não era minha, tinha meu CPF, meu endereço, mas o numero não era meu, liguei na maior calma para a operadora e expliquei a situação, após 6 meses de tentativas de cancelar a conta e recebendo até uma ligação ameaçadora de um tal de "auditor" da empresa veio a punhalada final: meu nome foi para o SPC após 45 anos de ficha imaculada, ai a paciência acabou, procurei um advogado, provei na justiça que a conta não era minha, localizei o verdadeiro dono da linha que passava pelo mesmo problema que eu e não conseguia receber a conta para pagar, retiraram meu nome do SPC e me pagaram uma indenização de 70 X o valor da conta, a sensação de justiça foi grande, mas me pergunto: para que tudo isto, como um serviço pode ser tão ruim desta maneira 6 meses explicando e ninguém com um feeling para ligar pelo menos para o numero e tentar identificar o verdadeiro dono, tem mais é que pastar mesmo......
1 de novembro de 2013
Parece que foi hoje que ele escreveu
O apagamento momentâneo da honestidade e a revolta contra pessoas inacessíveis levam os melhores a esses atentados brutais contra a propriedade particular e pública. Concorre também muito a nossa perversidade natural, o nosso desejo de destruir que, adormecido no fundo de nós mesmos, surge nesses momentos, quando a lei foi esquecida e a opinião não nos vigia. No jornal exultava-se. As vitórias do povo tinham hinos de vitórias da pátria. Exagerava-se, mentia-se, para se exaltar a população.
Lima Barreto
Lima Barreto
15 de outubro de 2013
Bolcheviques & Mencheviques and viceversa
http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/sp-pms-chamam-pacote-de-alckmin-de-saco-de-maldades-e-ameacam-greve,2f35c6c0eacb1410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html
No Brasil é assim uma categoria social ou profissional pode ter centenas de milhares de pessoas agregadas, mas basta 150 irem para rua para que se forme a "maioria" dona do pensamento, nosso amado Lenin já matutava a este respeito comparando seus Bolcheviques (Minoria) com os Mencheviques (Maioria) :
"Uma minoria organizada vai sempre dominar a maioria desorganizada"
No Brasil é assim uma categoria social ou profissional pode ter centenas de milhares de pessoas agregadas, mas basta 150 irem para rua para que se forme a "maioria" dona do pensamento, nosso amado Lenin já matutava a este respeito comparando seus Bolcheviques (Minoria) com os Mencheviques (Maioria) :
"Uma minoria organizada vai sempre dominar a maioria desorganizada"
13 de outubro de 2013
Traídos pela memoria
http://istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/paginar/328935_FHC+SUJEITO+OCULTO/2
A entrada de Fernando Henrique Cardoso no debate sobre a ação penal 470 apenas confirma com pompa e circunstância aquilo que sempre se soube.
O julgamento de réus que integravam o governo Lula, agora em sua etapa final, é um processo politizado, que mobiliza interesses que nada têm a ver com o distanciamento e frieza que se espera numa decisão com base nos fundamentos do Direito.
No artigo “A Responsabilidade do STF”, FHC entrou no debate. O ex-presidente resolveu jogar para a multidão.
Num momento em que se acumulam vários sinais de que a falta de consistência de determinadas acusações pode levar a uma diminuição das penas de 12 réus, o ex-presidente faz um chamado à velha ordem.
Numa postura incompreensível do ponto de vista da democracia e dos direitos individuais, FHC critica o STF pela aceitação de um benefício legal, os embargos infringentes, que seu governo tentou sem sucesso extinguir em 1998. É uma atitude arbitrária.
Implica em sustentar que um direito confirmado pelo Congresso brasileiro em 1998, tão líquido e certo como qualquer outro, inclusive uma simples carta de motorista após exames de praxe, deve ser sonegado a determinadas pessoas, mesmo que não exista nenhuma justificativa legal para isso.
Comentário
O artigo acima foi escrito pelo Sr. Paulo Moreira Leite que é diretor da sucursal de Brasília da revista "Isto é", a respeito de deste senhor nada a comentar ou declarar todo mundo já está farto de saber de que lado ele joga e reconheçamos ele não disfarça nem um pouco, a crítica ao presidente FHC é por conta do artigo publicado por ele expondo opinião própria a respeito da colher de chá que o STF concedeu aos réus do mensalão, sem entrar em qualquer aspecto jurídico, já percebemos de cara onde a pequena dissertação do colunista vai dar: comparar ditadura com dias atuais, fazer ilação que FHC flerta com a cassação de direitos individuais e por ai vai, para este senhor nada paro por aqui, já para nosso pensante ex-presidente um só puxão de orelha é pouco apesar do avançado da idade e a bronca não vai ser pelo texto publicado que tirando uma ou outra afetação apenas expõe o que pensa uma boa parte da sociedade a respeito do assunto, FHC peca na insistência de se achar uma espécie de padrinho politico do PT, acha com uma sinceridade circense que Lula foi a continuação natural de seu governo e da evolução da democracia, o socialismo Fabiano que habita o coração de FHC impede que ele faça qualquer tipo de critica ideológica mais profunda por aqueles que julga serem suas crias e os quais protegia quando voltou do exilio, acha tudo muito lindo e natural enquanto seu partido vai sendo destruído e vai se autodestruindo dia a dia, enquanto o governador que é do seu partido em São Paulo é chamado de fascista em praça pública ao mesmo tempo que é ameaçado de morte pelo crime organizado, FHC deveria ser o contraponto, ser o lucido, mas não admite nem que seus partidários façam a defesa de seu próprio governo que verdadeiramente nos colocou um pouco mais distante do atraso que imperava até então, a critica a FHC não deve ser pelo que ele não é e sim pelo papel que ele tem se esquivado de cumprir.
12 de outubro de 2013
Velhice como naufrágio II
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14589-a-alienacao-de-bresser-pereira.html
Eu conheci o ex-ministro Bresser-Pereira quando fui seu aluno, na EAESP-FGV. Naquele tempo, eu muito jovem, me empolguei e li todos os seus livros. Muito conversávamos e nessas conversas certa vez ele me disse que era um agente gramsciano. Assim, simples assim.
Eu conheci o ex-ministro Bresser-Pereira quando fui seu aluno, na EAESP-FGV. Naquele tempo, eu muito jovem, me empolguei e li todos os seus livros. Muito conversávamos e nessas conversas certa vez ele me disse que era um agente gramsciano. Assim, simples assim.
Seu último artigo na Folha é um exemplar acabado dessa neurose esquerdista (O ataque moralista da direita). Não apenas o autor revelou cegueira ideológica, como também cegueira fática. Pretendeu defender o governo Dilma Rousseff contra os supostos ataques da direita, recordando que Lula assumiu sob suspeição, mas que não levou à frente o antigo projeto petista de expropriar a burguesia.
Como analista, Bresser cometeu equívocos fatais. Não há direita política organizada no Brasil e os poucos quadros que ainda guardam alguma coisa disso estão militando em partidos esquerdistas. Um exemplo flagrante é o de Guilherme Afif Domingos, que aderiu sem peias ao projeto petista de manutenção do poder. Portanto, falar em direita política é fazer um exercício de saudosismo. Mais recentemente, a senadora Kátia Abreu, outrora direitista, mudou-se para a base do governo. A direita desapareceu sem deixar vestígio.
Enquanto agente gramsciano graúdo, Bresser-Pereira sabe disso muito bem. Ele lutou décadas por isso, militou, colocou o Departamento de Economia da EAESP-FGV a serviço da causa, transformando-o num eficiente instrumento para propagação da fé socialista. Mas por que Bresser-Pereira referiu-se à direita, como se ela ainda existisse?
O único momento genuinamente democratico deste país , mas eles não curtiram.
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-pt-e-a-constituicao-assinou-mas-nao-tragou/
Verdade absoluta! O PT negou a Constituição. Essa história de assinar ou não é só diversionismo. Os parlamentares petistas assinaram a Carta porque era um formalismo , uma exigência legal. Não tinham como não fazê-lo.
Mas eles se recusaram a participar da homologação coletiva da Constituição de 1988. Ou seja: quando lhes foi dado escolher, ELES NEGARAM A CONSTITUIÇÃO, SIM!
11 de outubro de 2013
Tristes Trôpicos
Olhando bem e tendo muita boa vontade notamos que o PT para o bem ou para o mal aplicou alguns avanços no país dando continuidade no que foi feito na era FHC, alargou a politica de distribuição de renda, foi heterodoxo até demais na politica e apesar dos problemas cognitivos e de gestão administrativa de nossa presidenta o país tem colhido alguns avanços sociais (não me perguntem a qual preço que não saberia responder), o triste mesmo é perceber que a nossa querida Marina só saiu do PT porque não conseguiu acompanhar estes pequenos avanços do partido, ela continua na floresta, nos anos 80 tendo visões de um mundo melhor para todos nós (salve-se quem puder).
9 de outubro de 2013
O fim da picada é o começo do abismo
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-10-09/opiniao-politicamente-incorreta-pode-zerar-nota-de-redacao-no-enem.html
Cuidado com as ideias radicais ou piadas politicamente incorretas na hora de escrever a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). De acordo com o guia de redação do exame, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inpe), o texto pode levar zero se “desrespeitar aos direitos humanos”.
O professor de Letras da Unesp, Benedito Antunes, concorda com o critério do Enem. “Esse desrespeito aos direitos humanos acontece por meio de manifestações racistas, geralmente quando o candidato tem a intenção de ser agressivo, como propor uma matança. Nesses casos, claro, a redação é anulada”, explica Antunes. “A simples manifestação ideológica não tem sido motivo de punição.”
Francisco Platão Savioli, docente da USP e do Anglo, tem a mesma opinião. “O aluno vai zerar apenas se for muito agressivo. Estamos no ocidente, e existe, mesmo que não formalizado por escrito, um consenso conceitual sobre o que é valor e o que é negação de valor”, diz. “É obvio que defender a erradicação da pobreza com a matança é um absurdo, mas defender um controle da natalidade é aceitável”. Para isso, por exemplo, é importante que o candidato se atente à melhor forma de defender sua opinião: “ele pode usar a expressão ‘planejamento de expansão demográfica'”, completa Platão.
Já a consultora de educação Ilona Beckseházy é radicalmente contra esse critério do Enem. Para ela, só a sugestão dos professores para que os alunos se utilizem de eufemismos já mostra o caráter deseducativo. “Isto é nefasto, é antidemocrático. Imagine que nossos jovens estão aprendendo a ficar em cima do muro, a não se comprometer, a dizer apenas o que o corretor vai gostar de ler.”
A correção da redação, diz ela, deveria levar em conta a capacidade de argumentação. “Se o aluno é ou não politicamente incorreto não cabe a algum corretor decidir.”
Mateus Prado, diretor do cursinho Henfil, discorda. “O Enem não quer saber só se você constrói uma argumentação, sabe a gramática, ele quer saber o que o aluno passou na escola, como foi a sua educação. Não está certo o estudante viver em sociedade e não pensar no outro”.
Cuidado com as ideias radicais ou piadas politicamente incorretas na hora de escrever a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). De acordo com o guia de redação do exame, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inpe), o texto pode levar zero se “desrespeitar aos direitos humanos”.
O professor de Letras da Unesp, Benedito Antunes, concorda com o critério do Enem. “Esse desrespeito aos direitos humanos acontece por meio de manifestações racistas, geralmente quando o candidato tem a intenção de ser agressivo, como propor uma matança. Nesses casos, claro, a redação é anulada”, explica Antunes. “A simples manifestação ideológica não tem sido motivo de punição.”
Francisco Platão Savioli, docente da USP e do Anglo, tem a mesma opinião. “O aluno vai zerar apenas se for muito agressivo. Estamos no ocidente, e existe, mesmo que não formalizado por escrito, um consenso conceitual sobre o que é valor e o que é negação de valor”, diz. “É obvio que defender a erradicação da pobreza com a matança é um absurdo, mas defender um controle da natalidade é aceitável”. Para isso, por exemplo, é importante que o candidato se atente à melhor forma de defender sua opinião: “ele pode usar a expressão ‘planejamento de expansão demográfica'”, completa Platão.
Já a consultora de educação Ilona Beckseházy é radicalmente contra esse critério do Enem. Para ela, só a sugestão dos professores para que os alunos se utilizem de eufemismos já mostra o caráter deseducativo. “Isto é nefasto, é antidemocrático. Imagine que nossos jovens estão aprendendo a ficar em cima do muro, a não se comprometer, a dizer apenas o que o corretor vai gostar de ler.”
A correção da redação, diz ela, deveria levar em conta a capacidade de argumentação. “Se o aluno é ou não politicamente incorreto não cabe a algum corretor decidir.”
Mateus Prado, diretor do cursinho Henfil, discorda. “O Enem não quer saber só se você constrói uma argumentação, sabe a gramática, ele quer saber o que o aluno passou na escola, como foi a sua educação. Não está certo o estudante viver em sociedade e não pensar no outro”.
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